quinta-feira, 31 de julho de 2008

Exercitando a paciência


Ontem passei por uma situação um tanto quanto desconfortável: conheci um senhor extramamente mal educado, o cara quase me tirou do sério. Nem vale a pena comentar aqui a situação. Só quero dizer que se não fosse essa nova fase da minha vida isso teria acabado com meu dia. Na verdade ainda fiquei um pouco chateado comigo por ter, por alguns instantes, insistido no assunto com ele. Enfim, é com diz um provérbio chinês: "Quer a faca caia no melão, ou o melão na faca, o melão vai sofrer." Ou seja, mesmo que eu argumentasse o que quer que fosse com o cara, a intransigencia e a falta de eduacação sempre iria prevalecer. E o que fazer? Simples, fazer nada. Melhor seria se eu tivesse dito apenas, "tudo bem, até logo", e ter me poupado. Eu não fui muito além, mas também não fiz exatamente como deveria; isso me trouxe um certo desconforto depois.
Temos que entender que não adianta, não é bom, discutir com pessoas mal educadas, intransigentes, descontroladas, etc; a gente sempre sai perdendo. Até porque numa guerra ninguém nunca sai livre de ferimentos. Segurando nossa ira, dando ênfase a nossa educação e demonstrando auto-controle só demonstramos nossa superioridade - mesmo que não pareça aos olhos alheios -, sem falar que também poupamos nosso dia de boas dores de cabeça. Temos muito mais a perder, oras! Depois é saber filtrar o que fica, manter nossa lixeira mental sempre vazia. É como já disse Shakespeare: "Guardar ressentimento é como tomar veneno e esperar que a outra pessoa morra."

segunda-feira, 28 de julho de 2008

Filosofia de botequim (Parte I) - A Ética


Já vi vários conceitos sobre ÉTICA, mas há uns dias aprendi um muito bacana e quero compartilhar com vocês. Mas, primeiro temos que entender o que é moral, amoral e imoral.
Segundo o filósofo brasileiro, Mário Sergio Corttelo - o mesmo que fala sobre o conceito... -, moral é aquilo que segue a ética (é a ética na prática); amoral, é aquele que não tem condições de dicernir o certo do errado, não consegue analisar e julgar situações (por exemplo: uma criança); e por fim, imoral, é aquilo que foge a moral, que vai contra. Aí vem a pergunta, o que é ética? Ele explica que ética é o conjunto de respostas que são constantemente levantadas em tudo que fazemos e pensamos: Quero? Posso? Devo? Pois nem tudo que eu quero eu posso, nem tudo que posso eu quero e nem tudo que devo eu posso ou quero. Resumindo, sou ético quando eu quero, posso, e devo fazer aquilo a que me proponho. Desse modo o que quer q eu faça, farei sem peso na consciência, sem culpa, isso é ética! Não sei se isso é interessante para muitos dos que leem o blog, todavia, esse último trecho é bem sucinto e funciona bem. Tente antes de fazer ou dizer qualquer coisa, imaginar se você pode, se deve, e se quer. Tenho certeza que criar esse hábito "esquisito" vale muito a pena, também estou tentando. Sem falar que fazendo isso ajuda a diferenciar o que é ética e o que são os paradigmas impostos pela sociedade, a maioria dele herdado de muito tempo, costumes e hábitos que em grande parte já não condizem com o nosso século. Boa semana pra todos!

P.S.: Imagino que alguns mais questionadores - como eu - vão se perguntar: Mas quem define o que posso e o que não posso? Acho que essa resposta é um tanto quanto complexa, pois, como eu disse a cima, há muitos paradigmas por aí, impostos por pessoas e pelo tempo... Mas há certezas que não mudam e nunca irão mudar, como "o certo e o errado" ou "a fé e crença de cada um" - pois seja ela qual for, sempre tenderá para fazer o bem, e usando esses preceitos creio que dá pra tirar de letra o que posso ou não fazer.

sábado, 26 de julho de 2008

Medo da medíocridade - Parte II


Quem nunca disse "cara" querendo dizer "coroa", e depois se arrependeu? Quem nunca disse "não", querendo dizer "sim"? Quem nunca disse "adeus", quando no fundo queria dizer "fica um pouco mais"? Somos uma espécie estranha. Pessoas estranhas vivendo num mundo estranho. E, quer saber de uma coisa? Mais estranho ainda é achar tudo isso estranho. Não há nada de anormal em se preservar, em blindar nosso ego, nossos receios, medos. Fazendo isso apenas perdemos o melhor da vida: Correr o risco. Apostar alto. Viver no limite! Quantas coisas eu já não perdi? Ih, tantas... Por quantas vezes não me senti frustrado por não ter tentado? Inúmeras!Quantas vezes já ouvi o ditado, "melhor se arrepender do que fez do que ser frustrado pelo que deixou de fazer"? Milhares. Mas cansei, graças a Deus, há muito tempo venho deixando de achar as coisas esquisitas e comecei a ver a vida como ela é: perfeita e completa! Temos nossas armas, mãos a luta! Teremos nossas derrotas mas, sem elas a vitória não terá o mesmo sabor. Já disse essa historinha aqui no blog, mas faço questão de repetir: Uma vez um homem carregou sua filha nos braços para dentro do mar. Olhando para ela, perguntou, "Como está a água?" Ela esticou seu dedinho, tocou com na pontinha dele a água e respondeu ao pai, "está fria!". Então ele subitamente a soltou dentro d ´agua e perguntou novamente, "como está mesmo a água?". Ela abriu um belo e grande sorriso e disse, "está ótima!".
Isso é vida! Não quer ter uma vida medíocre? Então se jogue em tudo que ame de corpo e alma! Nem sempre vai dar certo, mas quando der, vai ser pra valer, vai ser mágico, vai ser único, vai ser ótimo!

terça-feira, 22 de julho de 2008

Sonhos


Sonhos, muito se fala sobre eles, mas ninguém pode afirmar quem verdadeiramente está certo, ou se todos estão. Para alguns eles representam revelações, como os anjos que falavam com os profetas... ou simplesmente predizem o futuro. Para outros eles tem um valor místico; há também quem ache que eles são nosso subconsciente agindo na hora do sono. Vai saber...
O que eu sei é que tem um que me persegue há mais de um ano. É um sonho bom, muito bom, na maioria das vezes, mas que eu prefiro nunca ter sonhado. Sei que pode parecer um devaneio de minha parte dizer isso, mas é assim mesmo. Aprendi que nem sempre o bom é o que faz bem. Vejam o biscoito recheado, por exemplo, eu adoro, mas traz muita gordura trans (até mesmo os que dizem que tem trans zero). Então é isso, posso dizer que meu sonho é um biscoito recheado! hahahaha Mas, falando sério... Às vezes quero acreditar que não vou acordar, desejo ficar ali pela eternidade, mas sempre acaba. Ou, me pergunto - tentando também acreditar - se "o outro lado" do sonho também está de verdade ali comigo; quem sabe sonhos não sejam teletransportes onde pessoas e coisas se encontram, só que de maneira pura, sem carapuças ou medos. Séria mágico... Mas, enfim, a verdade é que continuo tendo esse sonho, continuo não querendo sonhá-lo, e sempre sonhado... Melhor, talvez, seja melhor tratar mesmo isso, assim como outras coisas em nossas vidas, tal como biscoitos recheados, algo que parecem ser bom, mas no fundo nos faz mal.

domingo, 20 de julho de 2008

Diamantes (DIA DO AMIGO)


Ah, vocês, meus grandes amigos, são incríveis! Que posso dizer? Felizmente, hoje, sou um cara abençoado em ter grandes amigos. Nem sempre foi assim... eu sei, outrora já fui muito fechado, incrédulo, me limitei... eu não entendia o quanto vocês são importantes, frágeis, e tinha dificuldade em identificá-los em meio a essa selva de fakes. Mas o tempo põe a prova qualquer coisa, e hoje, me sinto mais tranquilo, com "uma alma mais crescida", e consigo facilmente inditificá-los, amá-los, e zelar pelo que construímos juntos. Às vezes, confesso, não consigo expressar meu amor e admiração por vocês. Mas saibam que isso é algo que tento melhorar, ainda tenho muito a aprender.
A todos vocês, obrigado por participarem da minha vida, da minha história, e do meu futuro. Espero que sempre tenham paciência com meus defeitos e saibam tirar proveito do meu carinho. A todos, meus diamantes - pois resistem a tudo -, meu amor, meu abraço e meu agradecimento por serem quem são!

sexta-feira, 18 de julho de 2008

Desvendando o óbvio


Já li em algum lugar que devido a seqüelas desse novo século (estresse, violência, poluição, etc..) as pessoas criam um tipo de redoma a sua volta... 5 metros é o tamanho médio desse campo. O que acontece dentro desse espaço é o que "controlamos", é o que o nosso cérebro - hiper ativo -, inconscientemente monitora. E o autor do texto lembrava que esse "nosso mundinho" faz com que não contemplemos uma vida mágica que há a nossa volta... Ele dizia que devemos olhar mais o horizonte; lá, observando com cuidado, entraremos a paz harmônica que só se encontra na natureza. Que isso faz com que o nosso mundo se expanda, "nossa alma cresce", dizia ele.
Fiz o teste, e deu certo. É incrível como algumas coisas que fazemos instintivamente em nosso dia-a-dia nos distancia do que é divíno, das coisas que são belas e perfeitas por si só. Comecei a prestar mais atenção as pessoas que caminhavam longe, todas pareciam em transe, "o transe caótico do século XXI, que nos faz ser menores na tentativa de sermos maiores. E as árvores? Nunca pensei que houvesse tantas árvores nessa cidade, nem como o céu muda constantemente, talvez, querendo criar o cenário perfeito para momento de nosso dia.
É por isso, e muito mais, que eu não me canso de dizer: Viva as coisas mágicas da vida! - Que por sinal são sempre gratuitas. É a doce irônia do Criador, que faz das menores coisas as maiores...!

terça-feira, 15 de julho de 2008

Tipos de Capitalismo

Capitalismo Ideal

Você tem duas vacas.
Vende uma e compra um touro.
Elas se multiplicam, e a economia cresce.
Você vende o rebanho e aposenta-se, rico!

Capitalismo norte-americano

Você tem duas vacas.
Vende uma e força a outra a produzir leite de quatro vacas.
Fica surpreso quando ela morre.

Capitalismo japonês

Você tem duas vacas.
Redesenha-as para que tenham um décimo do tamanho de uma vaca normal e produzam 20 vezes mais leite.
Depois cria desenhinhos de vacas chamados Vaquimon e os vende para o mundo inteiro.

Capitalismo Suíço

Você tem 500 vacas, mas nenhuma é sua.
Você cobra para guardar a vaca dos outros.

Capitalismo brasileiro

Você tem duas vacas.
Uma delas é roubada.
O governo cria a CCPV- Contribuição Compulsória pela Posse de Vaca.
Um fiscal vem e te autua, porque embora você tenha recolhido corretamente a CCPV, o valor era pelo número de vacas presumidas (duas) e não pelo de vacas reais (uma).
A Receita Estadual, por meio de dados também presumidos do seu consumo de leite,
queijo, sapatos de couro, botões, presume que você tenha 200 vacas e para se livrar da encrenca, você dá a vaca restante para o fiscal deixar por isso mesmo…

Obs: "Roubei" esse txt de um Blog/Site muito bom, assim como a foto. Postei apenas um resumo, pois, o original achei muito grande. Mas pra quem quiser conferir o post completo e tb o Blog/Site (recomendo!): http://www.pensandonisso.com/humor/tipos-de-capitalismo/#


sexta-feira, 11 de julho de 2008

Somos Quem Podemos Ser?

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Tem coisa mais triste que ouvir alguém reclamando da vida? Para mim, não! E quando alguém, torcendo para que algo dê certo, diz: "Tem que dá, tem que dá... se Deus quiser vai dar! Porque as coisas estão foda..."
Que tipo de fé é essa? Já parou pra pensar que a fé não é torcida? É a prática da confiança que temos em Deus. Que não é uma aposta, mas uma dávida linda, que só requer nosso aceitação...
Creio que o certo deveria dizermos, "Se Deus quiser vai dar certo; se não der, tudo bem, depois dará! Sempre dá!" - Não só dizer, como crer nisso! O que não podemos é por o amor de Deus por nós em xeque.
Como podemos ser tão cegos pra certas coisas? Aceitamos as coisas boas de Deus, pq não aceitar tb as más? Deus dá, Deus tirá! Nada mais justo! E por falar em justo... será q é justo, que é por mérito nosso, tanta coisa bacana que nos acontece? Temos tanto - inclusive os que acham que "nada tem" -, mas sempre queremos mais, e difícilmente agradecemos e damos valor ao que temos. Não me surpreende a decepção que Deus tem dos homens - a começar por mim.
Quantas vezes não nos pegamos lamentando, dizendo, "há, deveria ter feito isso", "há, tá tão difícil", quanta pequenez da nossa parte.
Por fim, vou citar um exemplo gigante do poder da fé, do nosso auto-poder de superação quando acreditamos em nossos sonhos, quando não perdemos tempo lamentanto e sim trabalhando duro. Flávia Cristiane, 26 anos, portadora de paralisia cerebral - Eu disse PARALISIA CEREBRAL -, no exame número 133 de OAB, realizado em agosto do ano passado, com 84,1% (17.871 candidatos) reprovados, ela foi APROVADA! Acho que não preciso dizer mais nada. Quem quiser ler mais a respeito dessa heróina: http://g1.globo.com/Noticias/Vestibular/0,,MUL583741-5604,00.html


P.S.: Somos quem QUISERMOS ser!

quarta-feira, 9 de julho de 2008

Palavras, palavras, palavras...


Um certo dia uma amiga diz pro seu namorado (também meu amigo), "Não gostou mais de vc, nosso namoro não faz mais sentido. Não adiantar tentar..."
Só que um mês antes ela havia lhe mandado uma cartinha dizendo o seguinte:

"Não consigo me ver sem você. De uma forma incontrolável você faz parte de mim. Podemos ser mais, ter muito mais. Não gosto dos seus dramas, mas eles fazem parte de nós. Não suporto meus ataques, mas eles fazem parte de nós. Podemos melhorar pelo simples fato de desejarmos. Isso não é fácil. Assim como não é fácil ficar sem você. Não é fácil ficar sem te ver. Preciso de você, e isso tamém é incontrolável. Sou sua... e amo isso. Somos dois... dois em um. É o que desejo, espero e sei que vamos conseguir."

Que contradição, não?! Mas primeiro quero deixar claro que não é minha intenção expor a vida pessoal de ninguém aqui; mesmo às vezes sem querer expondo a minha. Pego esse caso apenas para exemplificar uma situação que, infelizmente, se tornou corriqueira nos dias de hoje. As pessoas falam impulsivamente coisas dais quais não tem certeza, prometem sem saber se são capazes de cumprir, ou, simplesmente, falam por conveniência, sem medir o peso e a importância do que dizem. Palavras tem poder... podem derrubar governos, transformar pessoas, acabar com dias ensolarados, encher a vida de alegria! Há um trecho bíblico que diz, "não é o que entra pela boca do homem que o contamina, mas o que sai". Bela frase! E mesmo o sentido dela ser outro, ela pode servir pra vários... E, por favor, não me interpretem mal, não acho errado as pessoas declararem seu amor, pelo contrário, acho imprescíndivel que façamos isso, mas tudo tem seu momento, seu contexto, e seu peso certo. E mesmo tendo medo de prejulgar minha amiga - mesmo sentindo que talvez já esteja -, mas, alguém que diz que se declara com tanta força, veemência e amor, certamente não perderia isso pelos próximos duzentos anos; ou mesmo, não desistiria desse amor por nada.
Moral da história: Bacana mesmo é quando alguém de poucas palavras (que fala pouco, mas fala de verdade, sem o coração titubear) nos diz algo do tipo "gosto da sua companhia", ou "sinto sua falta"; muito melhor que esses "eu te amo" que ouvimos por aí, ou pior, que às vezes nós mesmo dizemos!

sábado, 5 de julho de 2008

Uma rapidinha...


Estava lembrando de uma entrevista com um filósofo no programa do Jô onde eles falavam sobre frases bacanas pra se ter em sua própria lápide. O entrevistado citou uma frase de Mário Quintana (ele de novo aqui) que dizia que gostaria que na sua tivesse escrito, "Eu Não Estou Aqui!"; já o Jô disse que desejaria na dele, "Enfim, magro!". Achei o assunto interessante e divertido, então fui pesquisar mais frases pela internet; eis algumas: "Aguardo vocês"; "Enfim, pó"; "Não pertube"; Entrei em extinsão"; "fui"... entre outras. Inevitável que eu não pensasse na minha depois disso tudo. Pensei... pensei... e cheguei a uma que tem tudo a ver comigo: "Valeu a pena, fui um pescador de ilusões!"
Já pensou na sua? Pense antes que seja tarde demais. hehehehe (brincadeira!).

quarta-feira, 2 de julho de 2008

Medo da mediocridade - Parte I


Quando me perguntam, "e aí, quando pensa em casar?", ou respondo - brincando - , "vou usar a resposta que o Mario Quintana dava aos jornalistas quando pergutavam o por quê dele nunca ter casado: 'prefiro ver dezenas de mulheres esperançosas que uma só desiludida' ou digo que só vou pensar nisso após os quarenta - daí já como verdade.
Sinceramente, não perco meu tempo pensando nisso. Acredito na supremacia da espontaneidade das coisas, na particularidade do momento certo de cada pessoa; ou casal. Mas agora, por uma série de motivos, me pus a refletir sobre o assunto. Comparo situações, imagino que poderia a certa altura da vida me acostumar com alguém; alguém a qual eu tivesse admiração, que me fizesse bem, a qual tivéssemos um relacionamento tranquilo, com muitas alegrias no cotidiano e poucas coisas a lamentar. Mas, se por outro lado isso não fosse algum tipo de acomodação sentimental? Pior ainda, se estivesse mesmo achando que aquele fosse o relacionamento ideal para se compartilhar uma vida? Acho que muitas pessoas pensam assim, se acostumam com um bom relacionamento, daquele tipo que é bom e tranquilo, e constroem em cima dele seu futuro. E se eles estiverem certos? E se um grande amor for isso, "ter uma grande companheira(o) ao seu lado, como uma parceria comercial onde cada um busque apenas bons resultados para ambas as partes?". E se grandes emoções, paixões, amor, se assim for, sempre vierem acompanhados de grandes frustrações, ou brigas, ou diferenças, ou altos e baixos? Quem levará a melhor? Pela paz e alegria que um casamento deve trazer, a primeira opção deve ser a verdadeira.
Mas se eu estiver analisando a situação apenas com meu - como dividiu Freud - "super-ego" e estiver deixando "Ide" de lado? Certa vez o médico e escritor Roberto Shinyashiki disse que percebeu que uma das três coisas pelas quais os pacientes terminais mais se lamentavam em seus leitos de morte era não ter amado o grande amor de sua vida, não ter lutado o bastante por isso. E o autor completou: "O amor não é coisa para covardes... se você ficar em casa parado e não ir em busca (lutar) do grande amor da sua vida, o único desafio que terá é de escolher o sabor da pizza e o único risco que correrá é o de se apaixonar pelo entregador!"
Enfim, talvez seja melhor correr o risco de viver uma grande frustração e ter tempo para recomeçar - quantas vezes for preciso -, do que morrer frustrado sem tempo para mais nada a não ser lamentar; olhar para trás e se deparar com uma vida medíocre!