
O livro fala do quanto perdemos tempo (precioso tempo) com preocupações vãs, problemas pequenos, ócio, trabalho demasiado, tentando consertar coisas, dar explicações, achar sentido, etc. Em certo momento o autor diz, "Como mortais, vos aterrorizais de tudo, mas desejais tudo como se fôsseis imortais". E também, "Pequena é a parte da vida que vivemos, porque o resto é tempo, e não vida!" Sábias palavras!" Decerto você também concorda. Então me vem a pergunta, "se sabemos que tá errado, por que não mudamos?" Nos últimos dias venho tentando usar essa reflexão na prática, e o resultado, acreditem, é surpreendente! Quando estou demasiado preocupado com algo lembro que a vida é curta, e que o problema que, as vezes, a solução se quer depende de mim, quer eu queira ou não, vai passar, e a vida vai seguir seu curso e logo ele será apenas mais uma lembrança. Com isso não quero dizer que a inércia vá resolver seus problemas, mas quando comparo essas coisas a importância que tem minha vida, a preciosidade do tempo que tenho, aos meus sonhos, as pessoas que amo, o problema se apequena e eu começo a rir de mim mesmo! Não quero - e que Deus me ajude para que isso não aconteça! - ser uma pessoa frustrada na velhice por ter abdicado dos meus sonhos, não ter declarado meu amor a quem gostaria, ter desperdiçado meu tempo com coisas inúteis... Enfim, por não ter vivido de fato. Outra frase do autor resume bem tudo isso que tentei dizer: "Ó, quão tardia ação é começar a vida quando vai acabar!" Pense nisso! Lembre-se que a vida é grande demais para coisas pequenas e curta demais para longas preocupações!